21/01/2011 – A alusão ao dia do apocalipse

Conto de alusão ao dia do apocalipse:

Havia chegado na cidade há poucos dias. Uma espécie de Pasárgada, onde os amigos do rei se dão bem. Já o restante… Logo recorri a uma conhecida num ato de confraternização que logo se tornou um abrigo ao que parecia ser o apocalipse. Vi cadeiras de aço voando, grandes palmeiras reais tombando, rios se formando, tetos se movimentando, e muito barulho de raios, chuva e trovões.

Passadas longas horas, sai da forma que pude da cobertura e me deparei com uma outra cidade. Vi dezenas de baratas na rua, como se fossem as únicas sobreviventes a uma bomba nuclear. Vi carros e ônibus como se estivessem congelados, sem ninguém dentro. Percebi que enormes árvores tinham caído e causaram muitos estragos. Energia acabou, a água parou… Aí me dei conta, mais um dia típico de chuva na Grande, aliás, Imensa São Paulo.

Árvores caída na Rua Eugênio de Medeiros

Árvores caída na Rua Eugênio de Medeiros

 

Reflexo da apocalipse motorizada
Reflexo da apocalipse motorizada

Dia 21/01/2011 – mais um dia em que São Paulo parou e que tudo voltou ao normal e virou carnaval!

– Estadão – Chuvas causam trânsito recorde e deixam São Paulo ilhada
– Climatempo – Recorde de chuva na zona sul de São Paulo desde 1935
– UOL Notícias (às 23h20!) – Chuva diminui e São Paulo deixa estado de atenção

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